As últimas palavras de Mons. Bianchini

(foto em 22-set-1951, “Francisco ao retornar de Roma. À esquerda a cunhada Lídia, esposa do mano Érico. À direita o sobrinho Mário – do Livro “Vem e Segue-me – Monsenhor Francisco de Sales Bianchini, de Roberto Rodrigues de Menezes).

Hoje fazem 10 anos que Monsenhor Francisco de Sales Bianchini faleceu.

Um dia marcante para todos os que viveram, e mais ainda para os que conviveram com este Padre – muitos dos quais leitores assíduos deste blog.

Em um post que foi escrito um tempo depois do seu falecimento, pelo sempre relevante Pe. José Artulino Besen, o mesmo narra as anotações do Pe. Pedro José Koehler que o acompanhou nos seus últimos momentos.

Para ler o post completo, clique aqui.

Segue abaixo, trecho relevante para que possamos refletir na fé deste homem que nos trouxe o Emaús de Florianópolis em 1974:

A partir de julho de 2010 suas forças declinavam. Durante 33 dias esteve internado no Imperial Hospital de Caridade, cujo Capelão, Pe. Pedro José Koehler o acompanhou com solicitude fraterna, juntamente com Pe. Vilson Groh. Devemos a Pe. Pedro a anotação das últimas palavras muito repetidas por Mons. Bianchini, e que narram a fé que alimentou: “Meu Deus e meu tudo”; “Tu és o autor da minha vida”; “Eu agora estou consciente”; “A vida é tua, Senhor”; “Me deixa morrer”; “Meu Deus, meu Deus”; “A morte tomou conta de mim”; “Meus pés estão frios”; “A morte parece que vem”; “Ainda não”; “Meu Deus, ainda não”; “Que luta, que crueldade para morrer”; “A vida é tua, meu Deus”; “Meu Deus, deixa eu morrer, em nome de Jesus. Amém”; “Meu coração está bem”; “Meu coração está em paz”; “Meu Jesus, meu coração está em paz”.

E descansou em paz no dia 26 de outubro de 2010. Foi velado na Catedral e no dia 27 o Arcebispo Dom Murilo S. R. Krieger, SCJ celebrou suas exéquias, ressaltando as três grandes paixões dele: os jovens – e sua dedicação ao Movimento de Emaús é prova disso; a Igreja, à qual ele se dedicou fielmente até a morte; e Jesus Cristo, a grande paixão que dominou sua vida, fonte das demais paixões, inclusive de sua devoção a Nossa Senhora.

Após 59 anos de vida e de ministério sacerdotal na Ilha de Santa Catarina, Monsenhor Francisco de Sales Bianchini repousa no Cemitério Jardim da Paz. Faltavam dois meses para seu Jubileu de Diamante.

Encerro com as palavras de Dom Murilo, nas Exéquias: Pe. Bianchini! Que, como estrela no céu de nossa Arquidiocese, ele possa iluminar muitos outros pelos caminhos da virtude. Amém!

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